Em conversas com pessoas de diferentes idades, percebemos a “dança” das posições religiosas. Hoje sou cristão católico, amanhã protestante, depois me torno budista, mais tarde espírita e assim por diante. Também fica claro isso, ao analisarmos os dados da pesquisa feita pelo IBGE. Podemos notar nesta busca incansável pela religiosidade, a necessidade de encontrarmos uma razão para a vida, e respostas para as mazelas do dia a dia. Neste contexto, conseguimos claramente observar os oportunistas da fé. Para tanto, utilizarei o texto do boletim da Igreja Batista de Água Branca, escrito pelo pastor Ed René Kivitz, em defesa da igreja verdadeira. Destacando: Qual a utilidade da igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade?
A experiência vivida pelos primeiros cristãos no dia de Pentecostes (encontrado em Atos 2: 42 – 47 e 4: 32 – 35 – leia o texto para compreender melhor) serve como referência para a relevância da vida em comunidade. Voltamos assim para o título desta mensagem, para que serve a igreja?
1 – Serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso Senhor Jesus Cristo. Vivemos em um tempo onde as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares. Precisamos saber em quem se crê, os cristãos crêem em Jesus Cristo, e o que se crê, o cristãos possuem um conjunto de crenças e afirmações a respeito de Deus em quem crêem chamado de fé. O significado de Evangelho é boas novas ou se preferir boas notícias, o estudo das escrituras ajudará a conhecer qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que deve preservar esta memória de Jesus.
2 – Serve para manter viva a esperança no divino. Vivemos em um tempo de banalização do sagrado, as pessoas não possuem temor, que os colocariam de joelhos diante da manifestação do divino e muitos nem mesmo esperam que aconteça algo diferente. Enquanto o mundo se apresenta frio e fechado a possibilidades vindas da parte de Deus, a igreja fala do milagre como algo real e esperam em oração.
3 – Serve para manter viva a oferta de amor de Deus em resposta à solidão humana. Hoje o individualismo, egoísmo, segregação, competição tem encontrado campo fértil na vida do ser humano, mas a igreja se propõe a pregar e viver a fraternidade, a partilha, solidariedade, generosidade, aceitação, perdão e a reconciliação. Na igreja se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.
4 – Serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. O evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.
5 – Serve para manter viva a esperança da ressurreição. “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2: 14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
Leia a Bíblia e aprenda mais sobre a vida e obra de Jesus Cristo.
O que ELE quer que saibamos?
Durante nossa vida recebemos muitas informações, boas e ruins. Provenientes de várias fontes: livros, BLOG, TV, ORKUT, twitter, revistas, sites, etc. Algumas nos serão úteis para o nosso dia-a-dia e até mesmo para toda a vida, mas a maioria são informações com pouco valor. Quais são realmente importantes, não apenas para um período, mas para a vida toda? Quais são os valores morais que aprendemos? Estamos vivendo-os ou temos buscado o que é mais fácil, mesmo indo contra este aprendizado?
07/09/11
PARA QUE SERVE A IGREJA?
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30/06/11
SER OU FAZER?
Gálatas 5: 13 - “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém, não useis da liberdade para dar ocasião a carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.”
Em sua terceira viagem missionária, Paulo visita Gálatas outra vez e percebe que alguns crentes foram influenciados pelos judeus para crerem que a salvação é obtida por meio do cumprimento da Lei (obras) e não pela fé. Paulo reafirma sua primeira pregação na Galácia apontando que a justificação de nossa salvação vem por meio da fé em Cristo, crendo no que Ele fez por nós, nos adotando como filhos, e nos fazendo herdeiros de Deus por meio da promessa feita a Abraão (Genesis 12).
O argumento aqui é que agora somos livres, não precisamos seguir nenhuma lei para ser salvo, somos livres do julgo da religião (não se precisa fazer nada para ser salvo), que apenas crer em Cristo seria suficiente para obter a salvação, pois ela (a salvação) é de graça. Mas é preciso algum cuidado para não cair no descrédito, pois muitos, já naquela época, acabaram confundindo a liberdade com libertinagem, usando esse argumento de uma forma bem conveniente, sabe por que? Até o diabo crê em Cristo. A diferença está na liberdade da nossa tomada de decisão, quando nos tornamos livres da Lei por meio de Cristo. Se dermos espaço para nossa prórpia carne, não seguindo padrão comportamental algum, vamos acabar como os gálatas, permitindo que as obras da carne como prostituição, lascívia, idolatria, ciúmes, invejas, iras, bebedices, glutonarias, etc, façam parte de nosso cotidiano. Confesso que isso não é difícil nos dias de hoje cair nesse erro, nosso hedonismo (é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana) pode ser comprado em prateleiras, com diversas cores, sabores e preços. Por isso, que Paulo fala para andarmos no Espírito e andar no Espírito nada mais é que saber o que Cristo faria em todas as situações, buscando fazer o mesmo. Quando isso acontecer em nós, não haverá distinção entre nós e o Espírito, nos tornaremos um, com nossas vontades se confundindo, sendo impossível dizer se o que queremos fomos nós que desejamos ou é a vontade do Espírito. Por isso, que a Bíblia diz que tudo que pedirmos, segundo a vontade de Jesus, isso nos será dado. Não segundo nossa vontade, mas a vontade dEle.
Quando isso acontecer (as vontades do Espírito e nossa se fundirem), desfrutaremos de parte do Reino de Deus aqui e hoje, pois viveremos o amor, a paz, a paciência, fidelidade, mansidão, domínio próprio, etc. Paulo não fala de seguir regras e sim de ser alguém especial como Cristo, amando nosso próximo como Ele nos amou, sendo servos uns dos outros. Ainda hoje, muita gente acha que orando 10 vezes a mesma oração, indo na igreja 5 vezes por semana, fazendo 7 atividades para a igreja todas as semanas, dando mais dinheiro do que os 10% do dízimo, lendo a Bíblia 3 vezes por ano, os deixarão mais próximos da salvação que os outros. Pelo contrário, tudo isso é importante, mas sua motivação deve estar no lugar certo, nunca com o foco na barganha com Deus e sim por amor ao seu próximo e no seu relacionamento com Deus.
A questão aqui não é ter ou fazer, e sim SER. Não é a quantidade de vezes que você faz isso ou aquilo que deve ser observado, mas sim na qualidade de pessoa que você esta se tornando depois de crer em Cristo e aceitá-lo como SENHOR e salvador da sua vida. Se o “fazer” fosse mais importante que o SER, os menos favorecidos da nossa sociedade (seja intelectual ou financeira) não teriam chance de serem salvos, teriam que pagar (quanto?) ou trabalhar (quanto tempo e para quem?) para conquistar essa salvação. Se for assim tenho que fazer muito para “conquistar” pelo menos um lugar nas cadeiras VIP’s do céu, salvação essa já foi paga com sangue de Cristo na cruz, por isso somos justificados. Pense nisso, avalie sua postura e analise se já tomou esta decisão.
(Escrito por Nelson Jr.)
Em sua terceira viagem missionária, Paulo visita Gálatas outra vez e percebe que alguns crentes foram influenciados pelos judeus para crerem que a salvação é obtida por meio do cumprimento da Lei (obras) e não pela fé. Paulo reafirma sua primeira pregação na Galácia apontando que a justificação de nossa salvação vem por meio da fé em Cristo, crendo no que Ele fez por nós, nos adotando como filhos, e nos fazendo herdeiros de Deus por meio da promessa feita a Abraão (Genesis 12).
O argumento aqui é que agora somos livres, não precisamos seguir nenhuma lei para ser salvo, somos livres do julgo da religião (não se precisa fazer nada para ser salvo), que apenas crer em Cristo seria suficiente para obter a salvação, pois ela (a salvação) é de graça. Mas é preciso algum cuidado para não cair no descrédito, pois muitos, já naquela época, acabaram confundindo a liberdade com libertinagem, usando esse argumento de uma forma bem conveniente, sabe por que? Até o diabo crê em Cristo. A diferença está na liberdade da nossa tomada de decisão, quando nos tornamos livres da Lei por meio de Cristo. Se dermos espaço para nossa prórpia carne, não seguindo padrão comportamental algum, vamos acabar como os gálatas, permitindo que as obras da carne como prostituição, lascívia, idolatria, ciúmes, invejas, iras, bebedices, glutonarias, etc, façam parte de nosso cotidiano. Confesso que isso não é difícil nos dias de hoje cair nesse erro, nosso hedonismo (é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana) pode ser comprado em prateleiras, com diversas cores, sabores e preços. Por isso, que Paulo fala para andarmos no Espírito e andar no Espírito nada mais é que saber o que Cristo faria em todas as situações, buscando fazer o mesmo. Quando isso acontecer em nós, não haverá distinção entre nós e o Espírito, nos tornaremos um, com nossas vontades se confundindo, sendo impossível dizer se o que queremos fomos nós que desejamos ou é a vontade do Espírito. Por isso, que a Bíblia diz que tudo que pedirmos, segundo a vontade de Jesus, isso nos será dado. Não segundo nossa vontade, mas a vontade dEle.
Quando isso acontecer (as vontades do Espírito e nossa se fundirem), desfrutaremos de parte do Reino de Deus aqui e hoje, pois viveremos o amor, a paz, a paciência, fidelidade, mansidão, domínio próprio, etc. Paulo não fala de seguir regras e sim de ser alguém especial como Cristo, amando nosso próximo como Ele nos amou, sendo servos uns dos outros. Ainda hoje, muita gente acha que orando 10 vezes a mesma oração, indo na igreja 5 vezes por semana, fazendo 7 atividades para a igreja todas as semanas, dando mais dinheiro do que os 10% do dízimo, lendo a Bíblia 3 vezes por ano, os deixarão mais próximos da salvação que os outros. Pelo contrário, tudo isso é importante, mas sua motivação deve estar no lugar certo, nunca com o foco na barganha com Deus e sim por amor ao seu próximo e no seu relacionamento com Deus.
A questão aqui não é ter ou fazer, e sim SER. Não é a quantidade de vezes que você faz isso ou aquilo que deve ser observado, mas sim na qualidade de pessoa que você esta se tornando depois de crer em Cristo e aceitá-lo como SENHOR e salvador da sua vida. Se o “fazer” fosse mais importante que o SER, os menos favorecidos da nossa sociedade (seja intelectual ou financeira) não teriam chance de serem salvos, teriam que pagar (quanto?) ou trabalhar (quanto tempo e para quem?) para conquistar essa salvação. Se for assim tenho que fazer muito para “conquistar” pelo menos um lugar nas cadeiras VIP’s do céu, salvação essa já foi paga com sangue de Cristo na cruz, por isso somos justificados. Pense nisso, avalie sua postura e analise se já tomou esta decisão.
(Escrito por Nelson Jr.)
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